Wednesday, August 27, 2008

Impressão minha ou hoje esteve um calor do caraças?

Ou será porque, tendo em conta o menor volume de trabalho e/ou maior número de tarefas de back-office neste período estival, há quase dois meses que não vestia fato e gravata?

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Wednesday, May 28, 2008

Um post à mete nojo

Por duas razões. Primeiro, porque o meu sócio, que raramente escreve, quando o faz merece que os seus posts figurem em destaque primário, tal a qualidade dos mesmos. Segundo, porque este post é para vos fazer inveja. Mas há uma boa notícia: é que este será, provavelmente, o meu último post nos próximos 17 dias.

E isto porquê? Porque vou de férias! Merecidas, diga-se. Portanto, na próxima semana podem me encontrar algures por aqui:



E, na segunda semana, por aqui:



Vai-me custar. Mas alguém tem de fazê-lo.

Beijos e abraços.

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Sunday, May 25, 2008

Stress pré-férias

Isto de trocar de casa não é fácil. Para além dos dias de fim-de-semana começarem às 07h e terminarem às 23h, sempre com mobiliário às costas, dou por mim a fazer listas de paneleirices a tratar: é uma torneira que ainda falta, é um estore que não fecha em condições, é pedir a Internet, é o raio a quatro.

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Thursday, May 15, 2008

Em contagem decrescente

Faltam 375 horas para arrancar de férias!

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Monday, April 07, 2008

As ferramentas de gestão e as ideologias (ou a falta delas)

Hoje em dia não existem ideologias. Não há tempo para pensar. Tudo em prol da necessidade de aceleração para fazer face a esse fenómeno que toda a gente fala que é a globalização. A culpa é da globalização, essa coisa que ainda ninguém percebeu a quem beneficia, excepto claro aos chineses. Eu não conheço a globalização. Só sei que já existia capitalismo antes de ouvir falar nela.

Hoje em dia não existem ideologias. Contudo, intelectuais há muitos, e intelectuais são aqueles que usam mais palavras do que o necessário para dizer mais do que aquilo que eles próprios sabem. E, neste post, serei um intelectual. Os intelectuais debitam muitas ideias. Mas as ideias estão para as ideologias como os espermatozóides estão para o óvulo: há milhões, mas só um fecunda. Pior, as ideias que se tornam ideologias, com verdadeiro peso social, nunca são produto das intenções destes intelectuais.

Hoje em dia não existem ideologias. Antigamente, dizem-me, existiam referências: dois ou três autores literários, dois ou três músicos, dois ou três artistas. Hoje há um fast-food de referências que são trocadas e enterradas todas as semanas.

Hoje em dia não existem ideologias e isso nota-se na gestão. Em particular na gestão das pessoas. As ferramentas de gestão existem e toda a gente as aplica. Mas ninguém pensa na sua essência, apenas na sua existência.
Senão vejamos: com duas ou três pinceladas, a teoria da Gestão de Competências é, hoje, uma coisa que já Hitler defendia há 70 anos: a supremacia da raça ariana. Ou seja, define-se um perfil ideal para as funções, em que se não se atingem as competências necessárias (tais como o cabelo loiro e os olhos azuis)... é-se engolido pelo sistema. A teoria de Gestão de Competências, sem essência, solidariedade e subsidiariedade, não passa disto. Não me interpretem mal, pois continuo a ter uma visão economicista da gestão de pessoas. Mas uma não invalida a outra.
Assim como esse modelo da moda que é o coaching. Se continuar a ser usado como é, se não fôr visto como um modelo conceptual e sistémico, não passa de uma ferramenta básica de adestramento, tão ao gosto do velhinho Taylor na sua Revolução Industrial.

Esta é a conclusão a que hoje se chega. Bem como outra. Nunca ler Charles Handy (Era da Incerteza) ou Domenico De Masi (Economia do Ócio) sob a influência de estupefacientes.

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Monday, March 31, 2008

Afinal, o segredo é dormir pouco

Quinta-feira. Copos de despedida de uma amiga de partida para Luanda. 4 horas de sono e uma aula na Faculdade às 08:15 da manhã. No meu tempo, os ressacados eram os alunos. Sair da aula a correr e apanhar o Metro para Campanhã. Alfa às 11:47 em direcção a Lisboa.

Pequeno-almoço no comboio ao meio-dia. Chegada a Santa Apolónia. Táxi para o Cais do Sodré (taxista refila um bocado, mas nada de grave). Novo comboio para Paço de Arcos (só se vê «gunas» nesta linha...). Apresentação numa multinacional norte-americana da área da consultoria com quem, provavelmente, passarei a colaborar. Apresentação correu acima das minhas expectativas, assim como quem dormiu 12 horas. Regresso pelo mesmo caminho. Percurso a pé do Cais do Sodré até Santa Apolónia (de táxi parece mais perto!). Almoço às 18:00 num verdadeiro tasco. Alfa às 19:00.

E, posto isto, não é que não consegui adormecer na viagem de regresso, e tive de vir a gramar com o programa de culinária do Chefe Hélio?!

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Thursday, March 13, 2008

Sintoma de cansaço

Adormecer no Metro é normal. Agora, adormecer no Metro quando vamos de pé nem tanto.

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Thursday, March 06, 2008

Ninguém paga a ninguém

Trabalho com seis empresas diferentes na área da consultoria RH, em projectos vários: formação comportamental, recrutamento de pessoal, implementação e revisão de sistemas de gestão de desempenho baseados em indicadores de competências e objectivos, diagnósticos de clima organizacional, definição de planos de remuneração e benefícios com valoração de postos de trabalho e restante outsourcing.
Cada uma destas empresas especialistas tem os seus clientes. E às vezes também disputam os mesmos, o que me obriga a alguma gestão ética, porque acontece de aparecer no mesmo cliente por mais do que um fornecedor.

Dos serviços que presto advém uma remuneração bruta “à peça / hora”, da qual o Estado me cobra 21% de IVA, retém 20% de IRS e chula quase 200 eurinhos fixos à Segurança Social (que só são contabilizados para reforma, porque baixa médica ou desemprego é mentira!). Mas isto dava outro post.

A questão é a cadeia de pagamento. O cliente do cliente do meu cliente (perceberam?) não paga dentro do prazo negociado as facturas do serviço que lhe é prestado / produto que lhe é fornecido. Logo, o cliente do meu cliente também se atrasa no pagamento do serviço de recursos humanos. Logo, o meu cliente também demora a pagar o serviço que subcontratou. E eu, no talho e no supermercado, tenho de pagar a pronto. Não está certo.
O grande não paga ao médio e este não paga ao pequeno. O pequeno, apesar dos meus 188 cm, neste caso sou eu.

Compreendo que os meus clientes não possuam fundo de maneio para me assegurar o pagamento. Compreendo que nem o queiram ter, porque uma conta caucionada implica juros que num instante lhes comia a margem do negócio. Compreendo até que, quando tenho informação privilegiada e sei que o cliente deles pagou, precisem de direccionar a liquidez para outras prioridades. Mas o que não compreendo é que me peçam o recibo para «agilizar o processo» e depois o pagamento demore vários pares de meses. E chateia-me receber declarações de rendimentos 2007 de dinheiro que ainda não foi liquidado. Podiam aproveitar o envelope e anexar o cheque. É que entretanto já paguei IVA’s trimestrais de dinheiro que, aos olhos do Estado, já recebi. O engraçado é que esta cadeia também começa no próprio Estado. O facto da C.M. Lisboa dever 600 milhões, implica directa e indirectamente centenas de empresas e milhares de pessoas. Que, no fundo da cadeia, como eu, não se podem atrasar nas suas contas. E agora a piada: nem sequer ao Estado. Porreiro, pá.

Qual é o limite? Pus-me a pensar nisso ao olhar para a minha Contabilidade e perceber que o dinheirito que ainda não veio e já devia ter vindo dá quase para um popó! Mas aí tem de entrar o jogo de cintura: se é certo que quero receber como as pessoas normais, também é certo que não posso entrar de carrinho. Porque até me pagam num instante, mas arrisco a que deixem de me contratar os serviços.

Sinto-me uma puta ripada. Duas notas finais: felizmente, nem todos os meus seis clientes são assim, senão já vivia debaixo da ponte; e que saudades dos tempos em que tinha direito a 14 salários por 11 meses de trabalho.

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Friday, February 29, 2008

Já foi em Outubro que fui de férias...

De facto, já lá vão 4 meses completos, um terço do ano. Parei hoje a pensar nisso.
Porque apercebo-me que ando a ficar cansado, quando preciso de formatar o disco todos os dias. E mais cansado fico. Pescadinha de rabo na boca.

Há que começar a pesquisar viagens. Só falta um pormenor: possibilidade de agenda.

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Thursday, December 20, 2007

Considerações sobre um período sabático

Esta vida de formador anda a desgastar-me. Convenço-me que preciso abrandar o ritmo. Primeiro, porque parte dos meus clientes insiste em implementar formação sem um sistema de gestão de base que premeie o desempenho e onde se possa contabilizar o retorno do investimento no capital humano. Segundo, porque falha a preparação da formação no que respeita à comunicação e "venda" interna dos projectos, e para além dos objectivos pedagógicos, o formador necessita conseguir conquistar o grupo para as temáticas. Terceiro, porque parte dos formandos são como cepos. É uma dura realidade. Quando, numa formação de gestão do tempo e num contexto de planeamento diário, refiro a importância de escrever como forma de aliviar o cérebro e promover a focalização e criatividade (já que extingue a preocupação de lembrar), um formando me diz: «Mas eu li que isso, por outro lado, prejudica a memória?»... fico sem argumentos e só me apetece distribuir chapada.

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Tuesday, November 13, 2007

Sintoma de cansaço

Adormecer com o portátil no colo a meio de um post.

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Wednesday, November 07, 2007

A razão da minha (relativa) ausência

Apenas dois dias de folga este mês. Trabalho de casa. Horas de sono a menos.

Só para que se note.

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Wednesday, October 10, 2007

Já era tempo!

Para a semana vou de férias. Ah pois é! Vantagens de quem trabalha por sua conta, não precisa de pedir a ninguém, apenas tem de cavar um buraco na agenda. E deixa de facturar nesse período, pormenor relevante.

A questão é: apetecia-me sol, dolce far niente, mas também algo para ver e fazer além além do ócio dos resorts, que cansa ao fim de um dia. Vá, dois dias. Cumprindo a regra de não repetir destinos, Brasil e México ficam fora das opções. Nas Caraíbas, pensei na Jamaica, Cuba ou Costa Rica que possuem alguma magia e oferta cultural. Mas a época de furacões só termina no final de Novembro, e não me apetece o risco de ir apanhar chuva e vento. Pensei em África, nomeadamente Gâmbia ou S. Tomé e Príncipe, mas não dá tempo de cumprir a antecedência da vacina da febre amarela e fazer a profilaxia da malária. Pensei noutros destinos do Indico e Pacífico, mas não ganho tão bem assim, para gastar mais de 2000 euros por pessoa em Outubro.

Posto isto, aconselham algum destino?

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Thursday, September 20, 2007

Oh que conversa...

Olho para os últimos posts e chego à conclusão que talvez ande a trabalhar demais.

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Friday, August 24, 2007

Agenda cheia

Algo impensável aconteceu. O meu calendário do Outlook está a abarrotar (e com algumas sobreposições a resolver) até... Janeiro de 2008.

Agosto, apesar de não estar propriamente de férias, é um mês a meio-gás (ok, 1/4 de gás) para a consultoria, pelo que há que queimar alegremente os últimos cartuchos do ócio e podridão.
A partir de 5 de Setembro acaba a boa vida. Ora não bastavam já os meus mais-que-muitos projectos de formação intra-empresa em Atendimento, Trabalho em Equipa e/ou Gestão de Tempo (em diferentes fases de concepção e monitoragem), e eis que ontem sou convidado a coordenar a implementação simultânea de 6 (seis!!!) modelos de competências e gestão de desempenho. Tudo em clientes com mais de 100 colaboradores e com cada organigrama que até dá dores de tola. Um suor frio me assalta ao imaginar já o volume de informação, entrevistas, validações e focus groups.
A acrescer a isto, o convite, no ano lectivo que se aproxima e em regime pós-laboral, para a docência de 2 módulos de um Curso de Especialização Tecnológica, numa universidade privada. Só falta a homologação do Ministério. Sem que o coordenador do curso me ouça: se a aprovação não chegar, agradece a minha (já parca) sanidade mental.

Um grave problema agora se levanta: como vou conseguir esburacar uma semana em Outubro (férias da cara-metade) para ir à Jamaica ou S. Tomé e Príncipe?
Boa solução seria pôr estes parceiros profissionais a ler o Estado da Coisa, e assistir na primeira fila à minha esquizofrenia e bipolarismo virtuais. Conseguia, no mínimo, 52 semanas.

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Wednesday, July 18, 2007

Só p'ra dizer...

Que estou a trabalhar p'ra caraças e estou a ressacar de blogs, hattrick e tudo o mais on-line. Mas é só mais uma semanita. Depois passa.

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Tuesday, July 10, 2007

Mais um dia de semana

Hollygang sai de casa às 07h15. Hollygang chega a casa, ao fim de um longo e repleto dia de trabalho, às 22h45. Pelo caminho, paragem na estação de serviço para tabaco, sande americana e uma SuperBock XL. A cara-metade em Lisboa. Sofá com o jantar num tabuleiro. Um filme no DVD e um cigarro bem enrolado.

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Monday, June 18, 2007

Já não era sem tempo

Fui de férias! Até Julho...

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Thursday, June 14, 2007

Lá anda ele a queimar o pessoal

17 auditorias de cliente mistério em 2 dias não parece nada do outro mundo. Agora quando as mesmas são realizadas no Porto, Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Barcelos, Vila Verde e Famalicão já não parece coisa para meninos.
Mais não seja porque obriga um gajo a consultar o correio electrônico às 6 da manhã.

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Monday, June 04, 2007

Procura-se massagista

Fim-de-semana a rachar lenha não é coisa para meninos.


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